PN Restinga de Jurubatiba
RJ

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primeiros registros fotográficos

coruja-buraqueira
Maria Eduarda Lino
gaivotão
Maria Eduarda Lino
rolinha-fogo-apagou
Vantuil Neves
trinta-réis-de-bando
Rogério Peccioli
trinta-réis-de-bico-vermelho
Rogério Peccioli

primeiros registros sonoros

gavião-peneira
Fernando Pacheco
joão-de-barro
Fernando Pacheco
marreca-ananaí
Aisse Gaertner
gavião-caramujeiro
Paulo Tinoco
Áreas de Observação

=O Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba é uma unidade de conservação federal, que tem como objetivo conservar e preservar, para fins científicos, educacionais, paisagísticos e recreativos, o seu belo, rico e ameaçado patrimônio natural.

Criado em 29 de abril de 1998 e com 14.922,39 hectares, 44 Km de costa e 18 lagoas costeiras, o PARNA Restinga de Jurubatiba localiza-se ao longo do litoral nordeste do Estado do Rio de Janeiro, englobando áreas dos municípios de Macaé, Carapebus e Quissamã e representando o trecho de restinga melhor conservado de toda a costa fluminense.

De valor ecológico ímpar e laboratório na natureza, o PARNA Restinga de Jurubatiba protege suas restingas e lagoas costeiras, os quais são delicados ecossistemas, associados ao Bioma Mata Atlântica, onde sobrevivem diversas espécies da fauna e flora brasileiras, sendo muitas dessas ameaçadas de extinção.

Uma das unidades de conservação brasileiras mais estudadas e objeto de pesquisadores de várias instituições de pesquisa, o Parque investe no turismo ecológico como importante ferramenta de educação ambiental, possibilitando que pessoas do Brasil e do exterior, ao se divertirem, possam conhecer e aprender a respeitar um dos mais ameaçados ecossistemas do nosso país.

Uma das unidades de conservação brasileiras mais estudadas e objeto de pesquisadores de várias instituições de pesquisa, o PARNA Jurubatiba investe no turismo ecológico como importante ferramenta de educação ambiental, possibilitando que pessoas do Brasil e do exterior, ao se divertirem, possam conhecer e aprender a respeitar um dos mais ameaçados ecossistemas do nosso país.

Neste momento em que o Parque está se estruturando planejamos a infraestrutura necessária para melhorar a experiência do visitante, a eficiência das ações de proteção e minimizar os impactos sobre a biota da Unidade.

Além disto, desenvolvemos ações de proteção em conjunto com os diversos órgãos parceiros (Polícia Federal, guardas ambientais municipais de Macaé, Carapebus e Quissamã, Corpo de Bombeiros etc.) para impedir a degradação desta importante Unidade de Conservação.

História

Quando o Brasil foi descoberto, a região entre a foz do rio Macaé e a do rio Paraíba do Sul era ocupada pelos índios Goitacazes. O nome do local é oriundo do tupi, composto por jeribá (uma espécie de palmeira) e tiba (porção), portanto significando terra de jeribás, ou mais apropriadamente, terra de plantas espinhosas. Originalmente, o nome era grafado Jerebatiba.

Depois dos índios Goitacazes terem sido dizimados em lutas que uniram os portugueses do Espírito Santo com os índios cristianizados de São Pedro da Aldeia, a região foi doada em sesmarias aos Sete Capitães.

As terras de restinga ficaram intocadas no seu interior porque em torno havia terras muito melhores, seja os campos utilizados para pecuária, seja os solos solo podzólicos (massapê) bem irrigados onde se planta cana-de-açúcar.

A única perturbação viria em 1844 quando se iniciou a construção do canal Campos-Macaé, mas este deixou de ser utilizado como hidrovia depois de 1873.

Recentemente, a expansão da indústria turística gerou a ocupação com casas de veraneio nas praias de Carapebus (lagoa de Carapebus), João Francisco (lagoa de Piripiri) e Visgueiro (lagoa do Visgueiro). Também iniciou-se o aproveitamento “das areias” com plantações de coco e abacaxi. Outro aspecto foi a expansão de campos plantados para criação de gado.

Com o incentivo de várias organizações e pessoas que defendiam a proteção da região, o Parque Nacional de Jurubatiba foi criado por lei federal de 1998 e reconhecido em 1992 como reserva da biosfera pela UNESCO num estudo assinado por 126 cientistas.

O Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba conta com Plano de Manejo aprovado pela Portaria ICMBio n. 54 de 1o. de agosto de 2008 - publicada no D.O.U. no dia 4 de agosto de 2008, à fls 84 e 85. O Plano pode ser encontrado, na íntegra, na página oficial do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba - ICMBio

Em 06 de janeiro de 2012, foi publicada a Portaria ICMBio n. 01 de 2012 que fixa normas para a visitação pública através de visitas guiadas, passeios de barco, bugre e veículos tracionados.

Infra-estrutura

http://www.icmbio.gov.br/parnajurubatiba/guia-do-visitante.html

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Referências